quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

PETECA - Aprendendo sobre Peteca.

HISTÓRIA DA PETECA


Registros no passado mostraram que a Peteca, como recreação, era praticada pelos nativos brasileiros, mesmo antes da chegada dos portugueses. Consequentemente, nossos antepassados, através de sucessivas gerações, também a praticaram, fazendo chegar essa recreação indígena a todo o território brasileiro.
Nos jogos da V Olimpíada realizada na Antuérpia, capital da Bélgica, em 1920, os brasileiros que pela primeira vez participavam de uma Olimpíada, levaram petecas, para aquecimento de seus atletas, atraindo numerosos atletas de outros países, interessados na sua prática. Revela-nos o registro da época, que o Dr. José Maria Castelo Branco, chefe da Delegação Brasileira, viu-se, momentaneamente, embaraçado pelos insistentes pedidos de regras formulados por técnicos e atletas finlandeses que, evidentemente, demonstravam interesse pela nova atividade desportiva. Coube a Minas Gerais a primazia de dar-lhe sentido competitivo, realizando jogos internos nos clubes pioneiros de Belo Horizonte.
Da rua, da grama ou da areia para as quadras, transformando essa recreação em esporte, aconteceu em Belo Horizonte, na década de 1940.
Em 1973, surgiram as regras da peteca, dando margem para a fundação da Federação Mineira de Peteca – FEMPE, em 1975, confirmando, assim, o pioneirismo de um esporte nascido e desenvolvido entre nós. Como positivo respaldo, há muitas publicações como livros, revistas, informativos, panfletos e reportagens que enfatizam as vantagens da prática desse esporte e que pode ser jogado por crianças e adultos sem limite de idade, sendo sadio e atraente para os dois sexos, cuja velocidade é decorrente da homogeneidade dos contendores. Assim, em 1978, o Mobral, editou o livreto “Vamos Jogar Peteca”, admirável publicação dos técnicos do Centro Cultural e do Grupo Executivo da Campanha “Esporte Para Todos” – GECET, do Ministério da Educação, sob a supervisão da Profª. Maria Luíza Gonçalves Cavalcanti. Posteriormente, também a Secretaria de Educação Física e Desporto do MEC, teve uma parcela de marcante colaboração, divulgando essa prática em todo o território nacional, com sucesso.

Fonte: site da Confederação Brasileira de Peteca,

http://www.cbpeteca.org.br


Algumas das principais regras da Peteca

Regra 2 – Da rede, suas dimensões, acessórios, cores, posição e postes

2.1 – A rede tem a dimensão de 7,80 metros de comprimento por 60 cm de largura e os quadrados da malha devem medir aproximadamente 4 cm por 4 cm, devendo ser tecida com nylon ou material similar, com debrum de 5 cm de largura como acabamento na parte superior.
2.2 – A rede deve ter, preferencialmente, a cor amarela, podendo ser aceitas outras cores, desde que não prejudiquem a realização do jogo.
2.3 – A rede deve ser instalada numa altura uniforme de 2,43 metros para jogos da categoria Masculino e 2,24 metros para o Feminino.
2.3.1 – Para jogos da faixa etária masculina até 12 anos, a rede deve ser instalada na altura uniforme de 2,24 metros.
2 2.4 – É permitida uma variação máxima de dois centímetros na altura da rede, entre seu ponto central e os pontos laterais, que coincidem com a projeção vertical nas linhas laterais.
2.5 – Os postes destinados à sustentação da rede devem estar fixados a, no mínimo, 50 cm de distância das linhas laterais.
2.6 – Por medida de segurança, é obrigatória a instalação de proteção nos postes laterais de sustentação da rede durante a realização de partidas de competições oficiais.

                             Altura categoria masculino: 2,43m, a mesma do voleibol.


Regra 6 – Da formação das duplas, dos atletas e limites de inscrição

6.1 – O desporto da peteca é um jogo para ser disputado por duplas ou por equipes compostas por um único atleta (simples).
6.1.1 – O jogo de duplas não pode ser realizado com apenas um atleta.
6.1.2 – Para as categorias Máster Feminina e Máster II e III Masculinas é permitida a inscrição de até 3 atletas.
6.1.3 – Os atletas que optarem pela disputa da Categoria Profissional no Campeonato Brasileiro não poderão competir em qualquer uma das demais categorias nesta mesma competição.
6.2 – O Regulamento de cada competição deve definir a forma de composição das equipes, se duplas ou simples.
6.3 – Os atletas devem comparecer aos jogos trajando uniforme composto de camisa ou camiseta, calção para o masculino, bermuda ou short para o feminino, meias e tênis.
6.4 – As camisas ou camisetas e os calções, bermudas ou shorts devem ser iguais para os integrantes da equipe e as meias devem ser da mesma cor, podendo ser desprezados os detalhes.

Regra 7 – Da definição do ponto e tomada do saque

7.1 – O jogo de peteca é disputado no sistema de ponto direto com tie-break.
7.1.1 – A equipe que saca tem o tempo oficializado em vinte segundos para a conquista do ponto em disputa.
7.1.2 – Se a equipe que sacou não concretizar o ponto no tempo oficial de 20 segundos, será contado ponto para a equipe adversária.
7.1.3 – A equipe vencedora do ponto continua sacando até que essa situação mude ou que o jogo termine.
7.1.4 – A contagem do tempo oficial da posse da peteca será sempre reiniciada depois de cada ponto conquistado ou do término desse tempo, situação em que o direito do saque passa para a equipe adversária.
7.1.5 – O ponto em disputa somente se define por decurso do tempo oficial da vantagem ou quando a peteca tiver caído no chão, independendo se ela vier a cair fora dos limites da quadra ou na própria quadra de quem a tocou.
7.1.6 – Comete falta o atleta que, nessa circunstância, tocá-la antes dessa definição.
7.1.7 – Se a peteca tocada passar por baixo da rede e, de forma inequívoca, não restar dúvida sobre a definição do ponto, o árbitro deve encerrar a disputa do ponto assim que ela cruzar o plano vertical ideal projetado pela rede, mesmo que toque em qualquer atleta ou por ele seja tocada.


                                               Partida de duplas - Peteca.

Regra 8 – Do jogo, dos sets, pontuação, tempo, desempate e troca de lado

8.1 – O atleta deve conhecer as regras do desporto da peteca e cumpri-las com rigor.
8.2 – A partida é definida em melhor de três sets, consagrando-se vencedora a equipe que ganhar dois sets.
8.3 – Os dois primeiros sets se resolvem quando uma das equipes atingir a marca de 25 (vinte e cinco) pontos, com uma diferença obrigatória de dois pontos.
8.4 – É considerada vencedora do set a equipe que:
8.4.1 – Nos dois primeiros sets, completar a marca de 25 (vinte e cinco) pontos, sempre com uma diferença obrigatória de dois pontos.
8.5 – O terceiro set, quando houver, se resolve quando uma das equipes atingir a marca de 15 (quinze) pontos, sendo sempre necessários dois pontos de diferença para essa definição.
8.6 – Em caso de força maior ou de necessidade justificada, a critério da CBP ou das entidades regionais de administração do desporto, o número de pontos, o tempo oficial do saque e o número de sets podem ser modificados antes do início das competições ou no decorrer de suas fases, não implicando, dessa forma, desrespeito ao regulamento.
8.7 – A escolha da quadra deve obedecer à seguinte ordem:
8.7.1 – No primeiro set os capitães tiram a sorte para opção de escolha da quadra ou do saque, sendo que quem escolhe uma alternativa cede a outra.
8.7.2 – No segundo set não deve haver troca de posições e as equipes permanecem na quadra como terminaram o primeiro set, mas o saque passa à equipe que não iniciou sacando.
8.7.3 – No terceiro set, quando houver, o árbitro principal procede a novo sorteio para escolha da quadra ou do saque.
8.8 – Nos dois primeiros sets, as equipes trocam automaticamente de lado na quadra assim que uma delas atingir a contagem de 12 (doze) pontos.
8.8.1 – No terceiro set, quando houver, as equipes trocam de lado na quadra assim que uma delas atingir 8 (oito) pontos.
8.8.2 – Na troca de lado da quadra pelas equipes é obrigatório um tempo técnico de um minuto.
8.9 – Os pontos são assinalados pelo árbitro principal ou seu auxiliar.
8.10 – O árbitro principal anunciará o placar após a definição de cada ponto, preservandose, dessa maneira, a ordem e a segurança na contagem dos pontos, ficando proibidas quaisquer anotações de pontos na súmula sem seu pleno conhecimento.
8.10.1 – A responsabilidade pelo anúncio de cada ponto do placar pode ser transferida pelo árbitro principal a seu auxiliar, ficando dispensada quando houver placar para o público.
8.11 – Cada equipe pode pedir, por set disputado, no máximo dois tempos de um minuto cada.
8.12 – No pedido de tempo por uma equipe, o árbitro principal concede uma interrupção na partida, com a duração máxima de um minuto, desde que a peteca esteja fora de jogo.
8.13 – Durante a partida, se a equipe for composta por um trio, é permitido o rodízio ilimitado entre os seus três atletas, desde que a peteca esteja fora de jogo.
8.13.1 – O rodízio dos atletas independe de autorização do árbitro.
8.14 – Durante a partida, quando for o caso, o terceiro atleta e o treinador devem permanecer sentados no banco de reserva, ou de pé na área previamente determinada pelo árbitro principal, e não podem dar instruções aos atletas de sua equipe, salvo quando houver pedido de tempo.
8.15 – É de três minutos o tempo de intervalo entre os sets de uma partida.
8.16 – As equipes têm direito a, no máximo, cinco minutos para aquecimento na quadra antes do início da partida.

Regra 12 – Dos toques, consequências e interpretações diversas

12.1 – No decorrer do jogo, em qualquer circunstância, a peteca só pode ser batida com uma das mãos, uma única vez e por um único atleta.
12.2 – A peteca que, durante o jogo, toca na fita superior da rede ultrapassando-a, inclusive no saque, é considerada em jogo.
12.3 – Se numa jogada, inclusive no saque, a peteca tocar a fita superior, ultrapassar a rede e nela ficar dependurada, sem cair no chão, o saque volta para a equipe detentora do mesmo e o árbitro principal considera os segundos até então decorridos.
12.3.1 – Se numa jogada, inclusive no saque, a peteca tocar a rede na sua parte superior e, sem cair no chão, nela ficar dependurada do lado da equipe que fez o toque, o saque é revertido para a outra equipe, com a contagem de ponto, se for o caso.

As demais regras da Peteca e as competições disputadas, podem ser consultadas no site da Confederação Brasileira de Peteca.

Fonte:

http://www.cbpeteca.org.br/regras-oficiais/

Qualquer dúvida ou sugestão, envie mensagem no espaço reservado.
Professor Flávio Azevedo - 2018 - @flavinhoazevedo 

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

ATLETISMO - Aprendendo sobre Atletismo.

Maratona Olimpíadas Rio 2016.


HISTÓRIA DO ATLETISMO

O esporte número 1

A história do Atletismo acompanha o homem desde os tempos dos nossos ancestrais. E sua prática primitiva ajudou na luta pela fuga dos predadores e na busca por alimentos. Para isso era preciso correr, saltar obstáculos e lançar objetos. Precisamente por aprimorar as habilidades básicas de correr, saltar e lançar, o homem garantiu sua história.

Aliás, há indícios da prática do Atletismo há pelo menos cinco mil anos, primeiro no Egito e na China e, logo depois, na Grécia.

Tudo isso explica porque, ao criar as competições esportivas, as primeiras provas realizadas fossem as atléticas. Na primeira Olimpíada registrada, a única prova foi uma corrida de aproximadamente 200 metros, que os gregos chamavam de “stadium”. Isso aconteceu em Olímpia, na Grécia, em 776 AC, e o campeão foi Coroebus, representante da cidade de Élis.

Por uma feliz coincidência, na primeira edição dos Jogos Modernos, em Atenas, capital da Grécia, em 1896, o título inicial foi para um atleta: o norte-americano Jimmy Connolly ganhador da medalha de ouro no salto triplo.
O Atletismo recebeu seu formato moderno no começo do século 19, na Inglaterra. Basicamente, ele engloba as competições em estádio, como as corridas, saltos, lançamentos e provas combinadas. Durante o inverno no hemisfério norte é tradicional a disputa de eventos em ginásio. E há as corridas de rua, no campo (cross country), em montanha, a marcha etc.

Como nos Jogos da Grécia Antiga, o Atletismo permanece como o principal esporte olímpico dos tempos modernos. Tanto que o próprio Comitê Olímpico Internacional estabeleceu – até para efeito de distribuição dos recursos auferidos nos Jogos – que o Atletismo é o único esporte na categoria 1.

A criação da IAAF, sigla em inglês da Associação Internacional das Federações de Atletismo, deu credibilidade às competições. As regras foram escritas e os recordes, homologados.

A importância do Atletismo, chamado de “esporte-base”, é sintetizada por uma frase que circula no meio olímpico: “Os Jogos Olímpicos podem acontecer apenas com o Atletismo. Nunca, sem ele.”

O Atletismo no Brasil

No Brasil, o Atletismo começa nas últimas décadas do século 19. Nos anos 1880, o Jornal do Commercio, do Rio de Janeiro, anunciava resultados de competições na cidade. Nas três primeiras décadas do século 20, a prática atlética foi consolidada no País. Em 1914, a Confederação Brasileira de Desportos (CBD) filiou-se à IAAF. Em 1924, o País participou pela primeira vez do torneio olímpico, ao mandar uma equipe aos Jogos de Paris, na França. No ano seguinte, em 1925, foi instituído o Campeonato Brasileiro.

Em 1931, a seleção nacional começou a participar dos Campeonatos Sul-Americanos. Em 1932, Clovis Rapozo (oitavo no salto em distância) e Lúcio de Castro (sexto no salto com vara) chegaram às finais nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, nos estados Unidos. Quatro anos depois, Sylvio de Magalhães Padilha foi o quinto nos 400 m com barreiras nos Jogos de Berlim, na Alemanha.

Em 1952, nos Jogos de Helsinque, na Finlândia, Adhemar Ferreira da Silva conquistou a medalha de ouro no salto triplo, em 23 de julho, três dias depois de José Telles da Conceição ganhar a de bronze no salto em altura. Eram as primeiras das 14 medalhas olímpicas ganhas pelo Atletismo brasileiro até 2012.

Adhemar foi o primeiro dos grandes triplistas brasileiros, a subir ao pódio olímpico e a estabelecer recordes mundiais na prova. Ele foi bicampeão quatro anos depois, em Melbourne, na Austrália. Depois, Nelson Prudêncio ganhou prata e bronze, e João Carlos de Oliveira, duas de bronze.

Os Jogos Pan-Americanos foram disputados pela primeira vez em Buenos Aires, na Argentina, em 1951. Até a 16ª edição do PAN, realizada em Guadalajara, no México, em 2011, o Atletismo conquistou para o Brasil nada menos que 160 medalhas: 56 de ouro, 45 de prata e 59 de bronze.

O atleta com mais títulos ganhos no PAN é João Carlos de Oliveira, com dois ouros no triplo e dois no salto em distância, nos Jogos do México em 1975 e de Porto Rico, quatro anos depois. Claudinei Quirino é um dos grandes destaques da história dos Jogos, com cinco medalhas conquistadas no total – sendo três de ouro, uma de prata e uma de bronze.

Claudinei é o único brasileiro a ganhar quatro medalhas em uma mesma edição dos Jogos: em Winnipeg em 1999, no Canadá, quando ganhou ouro nos 200 m e no 4x100 m, prata no 4x400 m e bronze nos 100 m. Em Santo Domingo, em 2003, ganhou ouro no 4x100 m.

A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) administra o esporte no país. A entidade máxima do atletismo é a Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF, na sigla em inglês).

Curiosidade: 

- É comemorado em 9 de outubro o Dia do Atletismo.

Fonte:

http://www.cbat.org.br/acbat/historico.asp

                                                Joaquim Cruz - Los Angeles - EUA 1984.


Depois das conquistas de Adhemar Ferreira da Silva, no salto triplo, durante as Olimpíadas de 1952 e 1956, o Brasil sofreu um jejum de quase 30 anos sem medalha de ouro no atletismo. Entretanto, em 1984, nas Olimpíadas de Los Angeles (EUA), Joaquim Cruz realizou um feito histórico. Na final dos 800 metros, não apenas conseguiu o primeiro lugar, como também quebrou o recorde olímpico, concluindo a prova em 1min e 43 segundos. O mundo era apresentado a um grande atleta, apesar da juventude (o meio-fundista tinha apenas 21 anos), e o Brasil assistia ao vivo, pela primeira vez, um brasileiro vencer uma prova e subir no topo do pódio olímpico.


Provas do Atletismo nas Olimpíadas 

MASCULINO:

Provas de velocidade - Individuais em pista:

- 100 metros
- 200 metros
- 400 metros
- 800 metros
- 1.500 metros
- 5.000 metros
- 10.000 metros
- 110 metros com barreiras
- 400 metros com barreiras
- 3.000 metros com obstáculos

Provas de campo:

- Salto em altura
- Salto com vara
- Salto em distância
- Salto triplo
- Arremesso de peso
- Lançamento de disco
- Lançamento de martelo
- Lançamento de dardo

Provas de revezamento:

- Revezamento 4x100 metros
- Revezamento 4x400 metros

Decatlo:

- Corrida (100 metros), salto em distância, salto em altura, lançamento de peso, 400 metros, 110 metros com barreira, lançamento de disco, lançamento de dardo, salto com vara e corrida de 1500 metros.

Maratonas:

Marcha Atlética de 20 quilômetros

Marcha Atlética de 50 quilômetros

FEMININO

Provas de Velocidade - Individuais em pista:

- 100 metros
- 200 metros
- 400 metros
- 800 metros
- 1.500 metros
- 5.000 metros
- 10.000 metros
- 100 metros com barreiras
- 400 metros com barreiras
- 3.000 metros com obstáculos

Heptatlo

- 100 metros com barreira, lançamento de peso, lançamento de dardo, salto em altura, salto em distância, corrida de 200 metros e 800 metros.

Provas de revezamento:

- Revezamento 4x100 metros
- Revezamento 4x400 metros

Provas de rua:

- Maratonas

- Marcha Atlética de 20 quilômetros

Provas de campo:

- Salto em altura
- Salto com vara
- Salto em distância
- Salto triplo
- Arremesso de peso
- Lançamento de disco
- Lançamento de martelo
- Lançamento de dardo


      Características da Pista de Atletismo.

Histórico de algumas modalidades:

Prova de 100m rasos

100 metros rasos ou 100 metros é uma modalidade olímpica de corrida de velocidade no atletismo. A mais curta das distâncias disputadas em eventos ao ar livre, é também uma das mais populares modalidades do esporte. Dura por volta de 10 segundos no masculino e 11 segundos no feminino e os respectivos vencedores são geralmente apelidados de homem / mulher mais rápido do mundo.
Disputada numa pista de atletismo padrão de 400 m, ela ocupa uma reta inteira da pista, com uma extensão fora da curva para alcançar a distância exata. Os atletas largam de blocos firmados no chão ao som de um sinal de partida e correm dentro de raias demarcadas na pista. A velocidade máxima dos atletas é geralmente alcançada entre os 50/60 m da distância total.
Os 100 metros rasos foram introduzidos no programa olímpico desde os primeiros Jogos em Atenas 1896 para homens e desde Amsterdã 1928 para mulheres. Os primeiros campeões olímpicos foram, respectivamente, Tom Burke e Betty Robinson, dos Estados Unidos.
O recorde mundial pertence a Usain Bolt, da Jamaica, obtido durante o Campeonato Mundial de Atletismo em Berlim, na Alemanha, em 16 de agosto de 2009, com a marca de 9,58 segundos. Entre as mulheres, ele é de 10,49 segundos e pertence a norte-americana Florence Griffith Joyner, estabelecido em IndianápolisEstados Unidos, em 16 de julho de 1988. Além de recordista mundial, Bolt também é o atual campeão olímpico e mundial; também duas jamaicanas, Elaine Thompson e Shelly-Ann Fraser, são respectivamente campeãs olímpica e mundial.

Jamaicano Usain Bolt, recordista 100m.


Prova de 110m e 100m com barreiras

110 metros com barreiras é uma prova olímpica de atletismo disputada apenas por homens. Seu equivalente feminino são os 100 metros com barreiras. Disputada como competição individual, também integra o decatlo como uma de suas modalidades.
A prova é disputada numa reta onde raias de corrida estão demarcadas. A largada é feita a partir de blocos de partida no chão da pista, como as demais provas de velocidade do programa olímpico. Nos seus 110 metros de extensão são dispostas 10 barreiras; a primeira surge 13,72 m depois da linha de partida, as seguintes têm 9,14 metros de intervalo entre si e depois da última barreira há um percurso livre de 14,02 m até à linha da meta. As barreiras têm 1,067 m de altura cada e são colocadas de modo a que caiam para a frente, caso sejam tocadas pelo corredor. O toque ou mesmo a derrubada de barreiras não é motivo de desqualificação já que, geralmente, afeta de forma negativa o tempo obtido pelo competidor. O atleta pode ser desclassificado caso invada a raia de outro atleta ou tenha um tempo de reação ao sinal de largada inferior a 0.1s, considerado uma largada falsa.
O atual campeão olímpico é o jamaicano Omar McLeod e o recordista mundial é o norte-americano Aries Merritt. Alguns dos grandes nomes na história dela são Alvin Kraenzlein, que criou a técnica moderna de dar passadas sobre a barreira ao invés de simplesmente pulá-la e de dar três passos entre cada uma delas, Roger KingdomAllen Johnson e Renaldo Nehemiah, o primeiro homem a correr a prova em menos de 13s e que nunca pode competir em Jogos Olímpicos por causa do boicote dos Estados Unidos à Moscou 1980, época de sua primazia no esporte.

                                           Prova 110m com barreiras - masculino.

Revezamento 4 x 100m - masculino e feminino

As corridas de revezamento são provas disputadas por grupos, cada um composto por quatro atletas. Cada atleta corre um quarto da prova (4X100m ou 4X400m) e passa um bastão para o atleta seguinte de sua equipe, Este bastão, um tubo liso e oco de madeira ou metal, deve ser seguro durante todo o percurso. A troca de corredores deve ocorrer na "área de passagem ", a cada 100 m, no 4X100m, ou a cada 400 metros, no 4X400m, e deve ocorrer em uma área com cerca de 20 metros de comprimento, sendo 10m antes e 10m depois da linha demarcatória. As passagens de bastão fora deste intervalo são motivo de desqualificação.

prova 4X100m é corrida inteiramente em raias.

Os corredores dos percursos 1 e 3, ou seja, os atletas que estiverem na primeira e na terceira posição, correm com o bastão na mão direita; já os que estiverem nos percursos 2 e 4,  com o bastão na mão esquerda.


O atleta que recebe o bastão já deve estar correndo em alta velocidade e deve apanhá-lo de costas. Após passar o bastão, o atleta, deve permanecer na sua raia até que a pista esteja livre.


                                             Revezamento 4 x 100m feminino.

A Jamaica provou mais uma vez que não tem apenas o homem mais rápido do mundo, mas também o quarteto mais veloz do planeta. A equipe capitaneada por Usain Bolt, responsável por fechar a prova, e completada por Nesta Carter, Michael Frater e Yohan Blake venceu o revezamento 4 x 100 m dos Jogos Olímpicos de Londres com o tempo de 36s84, novo recorde mundial e olímpico.

Mais um recorde mundial caiu nas Olimpíadas de Londres. A equipe americana feminina do revezamento 4×100 não só levou o ouro – superando a Jamaica – , como registrou um novo recorde mundial, com 40s82. A marca anterior da prova era de 1985, com 41s37 feita pela Alemanha Oriental. O quarteto americano foi formado por Tianna Madison, Allyson Felix, Bianca Knight e Carmelita Jeter.
                                     Revezamento 4x100m masculino.
Maratona - 42,195 km
Maratona é o nome de uma corrida realizada na distância oficial de 42,195 km, normalmente em ruas e estradas. Única modalidade esportiva que se originou de uma lenda, seu nome foi instituído como uma homenagem à antiga lenda grega do soldado ateniense Fidípides, um mensageiro do exército de Atenas, que teria corrido cerca de 40 km entre o campo de batalha de Maratona até Atenas para anunciar aos cidadãos da cidade a vitória dos exércitos atenienses contra os persas e morreu de exaustão após cumprir a missão.
O queniano Dennis Kimetto, com o tempo de 2:02:57 conquistado na Maratona de Berlim de 2014.
Entre as mulheres, a recordista é a britânica Paula Radcliffe, com o tempo de 2:15:25 na Maratona de Londres de 2003.

                           Maratona 42km - recorde mundial Dennis Kimetto.
Todas as regras oficiais do atletismo com as provas específicas, podem ser consultadas no site  da Confederaçã Brasileiro de Atletismo, utilizando o link do site:
http://www.cbat.org.br/
Dúvidas ou sugestões, deixe mensagem no espaço reservado.
Atletismo 2018 - Professor Flávio Azevedo - @flavinhoazevedo



quarta-feira, 22 de novembro de 2017

AMÉRICA 3 X 1 AD Frigoarnaldo (BICAMPEÃS MINEIRAS INVICTAS)

                                              América Feminino 2017 - COELHINHAS

Pré-jogo -  Partida Final


Neste domingo, 26/11, à partir das 10:30 no Estádio Baleião - BH, teremos a segunda partida da finalíssima do Campeonato Mineiro Feminino de 2017. No primeiro jogo, o COELHO venceu mais uma partida na competição, 1x0, gol da atacante Ana Carol e continua com 100% de aproveitamento na competição e segue como o único time invicto no certame mineiro. Com a vitória do time Alviverde, para a segunda partida, o time terá à seu favor jogar por qualquer empate e se consagrará bicampaão mineiro. Caso ocorra uma vitória do time do AD Frigoarnaldo por um placar com a diferença de um gol, o jogo será decidido nas penalidades. Quem vencer por mais de 2 gols de diferença, ergue a taça deste estadual 2017.

No primeiro jogo, apesar do placar mínimo, o time Americano dominou amplamente a partida e de certa forma, ficou barato este placar para a equipe Contagense. Para o jogo de domingo, a baixa será a ausência da artillheira isolada da competição, com 06 gols, a atacante Jéssica Beiral, que de maneira até desleal, sofreu uma entrada de carrinho de sua adversária, que a lesionou no joelho em uma jogada clasíssima de quem no mínimo não tem respeito à companheira de profissão. As outras jogadoras, com certeza correrão por você Beiral, que é importantíssima nesta campanha maravilhosa do América e também estará presente neste momento ímpar da melhor equipe feminina de MG. O time do COELHO esttá muito focado nesta partida final desta temporada vitoriosa em 2017 e com certeza terá o apoio irrestrito de sua torcida Alviverde, rumo ao BICAMPEONATO MINEIRO FEMININO! Sabemos que os jogos são resolvidos detrno das 4 linhas e é hora de muito foco, respeito, trabalho e tranquilidade para a conquista de mais uma vitória ou resultado favorável que nos dê mais um título desta sensacional equipe feminina do ÚNICO DECACAMPEÃO MINEIRO. PRA CIMA DELAS #COELHINHAS!

Esperamos que o torcedor ALVIVERDE compareça à este jogo final e apoiem as nossas COELHINHAS. Para a chegada ao estádio, temos a possibilidade do ônibus 9031, com ponto no centro de BH, na rua dos Tupinambás, entre a Av. Paraná e Rua dos Guaranis. Este ônibus deixará o torcedor, em frente ao Estádio Baleião

ARBITRAGEM

Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento.
Árbitra Assistente 1: Helen Aparecida Gonçalves Silva Araújo.
Árbitra Assistente 2: Bruna Laura Silva Oliveira.
4º Árbitra: Andreza Helena de Siqueira.
5º Árbitra: Maisa Nayara Martins de Moura Silva.

A PARTIDA

Com um atraso inexplicado de 10', iniciou-se a partida final do campeonato estadual feminino e como era imaginado a equipe Contagense começou "viva" na partida tentando tirar a diferença no placar por causa da derrota sofrida em casa. Com uma marcação sobre pressão do time Americano, a AD Frigoarnaldo tomou a iniciativa do jogo e com tentativas de longa distância em diversas vezes, procurou surpreender a goleiraça Camila. Alguém esqueceu de avisar pra elas que no gol do COELHO, temos uma goleira nível de Seleção Brasileira e sem dúvida nenhuma, a melhor goleira do futebol feminino de MG. Com a expressiva marca de ser campeã da Copa Centenário sem sofrer um único gol. Com esta "presão" e domínio inicial do Frigoarnaldo, o time Americano, se defendia bem e ao invés de fazer as tabelas curtas, erradamente tentava achar suas jogadoras de ataque dando os chamados "chutões", sem sucessos ofensivos. O tempo passava e o time Americano cadnciava o jogo e se livrando da bol a na defesa. Várias vezes as jogadores do time de Contagem, caiam em campo, com muitas paradas no jogo. A partida ficou tecnicamente ruim e a partir dos 30' o time Alviverde, começou a tabelar com jogadas pelas pontas e chutar À gol. A atacante veloz Ana Carol, era a prinicpal jogadora ofensiva e em 3 oportunidades quase abriu o marcador, só não conseguindo por causa de boas defesas da goleira adversária, que entre outras, também são ex-jogadoras do time AMERICANO. A partida terminou sem gols na primeira etapa, mas apesar do "domínio" inicial da AD Frigoarnaldo, as oportunidades claras de gol foi para o time Americano, impedidas com muita categoria pela goleira e também pela não marcação de uma penalidade na atacante Carol, que driblou sua adversária e foi calçada nitidamente até se lesionado por causa da trava da chuteira da adversária e todos que estavam no estádio viu a falta não marcada, sem justificativa, pois foi um lance claríssima e sem necessidade de replay. Vida que segue.

Quem acompanha as partidas do time Americano e obviamente o adversário e sua jogadoras, sabiam que uma das diferenças do time Alviverde, além de uma técnica mais acentuada que as adversárias, fisicamente o time sobra no segundo tempo e define várias partidas à seu favor, na segunda etapa. O time do COELHO retornou sem alterções em campo, mas o jogo iniciou com o atual campeão partindo para cima do adversário e começou a criar mais situações de gols e com certeza não demoraria muito tempo para abrir o marcador. As principais jogadas da primeira etapa pelo lado Americano ocorreram pelo lado direito, principalmente com boas jogadas da ótima lateral Patricia, com um show de bola e muito talento nas suas jogadas. Neste segundo tempo o time Americano inverteu a situação e embora a atacante Tatá (ex-América) atacava pela diteita, a nossa lateral esquerda Daniela, se postou mais ofensivamente, criando boas jogadas pela esquerda com a jogadora Carol. Em uma jogada pela esquerda, a atacante Carol, com muita habildidade passou pela adversária e como se jogasse a bola com as mãos, tocou a bola rasteira para a atacante Isadora, que tranquilamente, chegou de frente à goleira e de "chapa" na bola, para "nossa alegria", abriu o marcador no Estádio Baleião, AMÉRICA 1X0, aos 10'. gol da camisa 21 Isadora Freitas, nossa craque, artilheira do futsal feminino. Em uma jogada muito bem feita, o time Americano abriu o marcador e a torcida presente, sem perder tempo, começou os gritos: "bicampeão, bicampeão, bicampeão". A vantagem foi aumentada e era questão de tempo a confirmação de mais um título. Como já foi dito outras vezes, este time feminino tem um espírito goleador e ao invés de recuar para segurar a vantagem , continuou jogando em seu ataque, para desespero do time do Frigoarnaldo. Em uma boa jogada pela direita a jogadora Americana sofreu mais uma falta. Era um lance de perigo para o Frigoarnaldo e a jogadora Daniela se preparou e com um chute espetacular com a bola passado sobre a barreira, acertou formidavelmente o ângulo esquerdo da goleira, que nada pode fazer a não ser ver a comemoração efusiva e merecida de nossa raçuda lateral que acabara de fazer um GOLAÇO, GOLAÇO, GOLAÇO! Que cobrança maravilhosa! GOL DE PLACA, MAIS UM GOLAÇO DO TIME FEMININO! américa 2x0, camisa 17 Daniela Nogueira. A torcida não parava de gritar, "BICAMPEÃO, BICAMPEÃO, BICAMPEÃO". Não tinha como evitar os gritos de "olé, olé, olé", feitos a cada passe dado pelo time Americano. Foi uma "ducha de água fria" no time adversário mas o domínio Americano era evidente e a marcação de um ou mais gols seria inevitável. Com as substituições já feitas pelo ótimo treinador Victor Alberice, o time estava mais rápido com as presenças das atacantes Tábata e Maria Eduarda, nos lugares de Isadora e Thayane que se movimentaram bastante e foram várias vezes acionadas no ataque. O time Americano seguia no ataque e não sofria nenhum perigo de gol, apenas com jogadas cruzadas pela adversária e facilmente recuperadas na defesa, principalmente pelas zagueiras, em especial a capitã Fernanda, que mais uma vez, não perdia uma única jogada e com muita raça e disposição, colocava "moral" na linha defensiva e com muita categoria, comandava a defesa. Inexplicável a zagueira Fernanda Brito não ser lembrada nas convocações da Seleção Brasileira. Joga muita bola, sem dúvida nenhuma, entre as melhores zagueiras do futebol brasileiro, a melhor zagueira de MG, comprovadamente. Com muita qualidade e participativa nas jogadas o time Americano fez mais uma jogada pelo ataque e com uma boa tabela e a bola sobrou para a meia atacante Duda, que sem muito esforço, novamente deixou a sua marca, AMÉRICA 3X0, MARIA EDUARDA, o 3º gol Americano, praticamente definindo o BICAMPEONATO MINEIRO! A torcida Americana já fazia a festa e  não via a hora de definitivamente gritar, é campeão, é campeão, BICAMPEÃO, BICAMPEÃO! Sinceramente eu não aguentava esquecer de uma jogadora que me disse na final da Copa Centenário que iam golear o time do América. Nem sei o que dizer para esta garota. Mais uma vez o América atropelava sua adversária o máximo que posso fazer é elogiar a equipe Contagense por em momento algum ser desleal com o time Americano e aceitou a superioridade Americana e com muita raça, tentava fazer o "IMPOSSÍVEL", tentar parar a NOSSA MÁQUINA VERDE! Com os gritos de "Bicampeão, Bicampeão" e muito gritos de "olé, olé, olé", em uma desatenção da defesa Americana, aos 37', a rápida atacnte Tatá, se aproveitou da jogada e driblou a goleira e chutou para as redes, diminuindo o marcador. 3x1, gol de Tatá, que merecidamente e novamente, fez o gol de honra de sua equipe, em mais uma final disputada contra seu ex-clube. A partida já estava praticamente definida e apenas com muita garra e esforço do time do Frigoarnaldo, na tentativa de pelo menos empatar a partida, mas o time Americano suportou esta pressão e a torcida já estava na contagem regressiva. No sábado o torcedor Americano quebrou o recorde de público na Arena do América com a presença  22.481 torcedores, comemorando o Bicampeonato Brasileiro Masculino. A torcida Americana estava em êxtase total pois em menos de 12h, gritava, é BICAMPEÃO, BICAMPEÃO, BICAMPEÃO! Final de jogo e mais uma vez o torcedor Americano cantava de alegria e comemorava a conquista de mais um título inédito, a conquista de maneira INVICTA, DO CAMPEONATO MINEIRO FEMININO EM 2016 E 2017! É campeão, é campeão, COELHÃO bicampeão mineiro! 

PARA NÃO ESQUECERMOS, NESTE DOMINGO O TIME FEMININO FECHOU A TEMPORADA COM "CHAVE DE OURO" E COM UMA "INÉDITA TRÍPLICE COROA", "CAMPEÃS INVICTAS DA COPA BH, COPA CENTENÁRIO E CAMPEONATO MINEIRO", ESCREVENDO NA HISTÓRIA AMERICA E PASSO A PASSO, CONFIRMANDO COMO A MELHOR EQUIPE FEMININA DE MINAS GERAIS!

VALEU #COELHINHAS, MUITO OBRIGADO, AO TIME TODO!

COELHINHAS, vocês são campeãs de fato e de direito e merecem com dignidade mais esta conquista e hoje seria injusto dar notas as jogadoras e todas, juntamente com a comissão técnica, JUSTAMENTE RECEBERÃO NOTA 10! 

Sem deixar de agradecer a Torcida Desorganizada Avacoelhada, que também podemos dizer que é a legítima campeã pois SEMPRE  esteve presente em todos os jogos das #COELHINHAS levando o apoio à todas, do início ao fim do jogo!

AMÉRICA:

Camila (1), Patricia (2) (Lilian (9)), Fernanda (3), Mariana Pires (4), Daniela Nogueira (17). Bruna Emília (5), Nathalia (8) (Franciele (14)), Ana Jesuina (10), Isadora (21) (Maria Eduarda (23)), Thayane  (25) (Tábata (7)) e Ana Carol (11). 

PARABÉNS PARA TODAS BICAMPEÃS:
Camila, Ana Jesuína, Ana Caroline, Daniela Nogueira, Patricia, Isadora Freitas, Thayane Meira, Fernanda Brito, Mariana Pires, Bruna Emília, Nathalia Lopes, Manoela Guimarães, Hingredy, Franciele, Daniela Souza,  Sandra Figueiredo, Alexia Martins, Ana Vitória,Maria Eduarda, Samila Wania, Agata Loreza, Tabata Vieira, Lilian Ribeiro.

Sem nos esquecer das bicampeãs, as atletas lesionadas: Dilene, Jéssica Beiral, Nanda e Lorena.

PARABÉNS à toda equipe da comissão técnica: 

Treinador Victor Alberice, Auxiliar Técnico Raphael Brito, PReparadora Física Branda Marinho, Preparador de goleiras Fábio Fagundes, muito bem coordenados por Bárbara Fonseca.

CAMPANHA: (08 jogos, 08 vitórias, 100% aproveitamento, 21 gols marcados, 03 gols sofridos, artilheira do campeonato Jéssica Beiral, 06 gols).

1ª Fase

24/09 Carlense  0 x 1  AMÉRICA - campo Aliança BH.

01/10 AMÉRICA   3  X  0   AD Frigoarnaldo - Estádio Baleião BH.
Gols: Tábata, Carol  e Jéssica Beiral.

15/10 AMÉRICA   3 X 0  Carlense - Estádio Baleião - BH.
GolsJéssica BeiralDani Lúcia e Carol.

22/10 AD Frigoarnaldo  1 x 3   AMÉRICA - Campo Frigoarnaldo.
Gols: Nathalia, Jéssica Beiral e Ana Jesuína.

Semifinal

04/11 Atlhetic Club  1 x  2   AMÉRICA - Estádio Joaquim Portugal - São Joaõ Del Rei.
Gols:  Nathalia e Jéssica Beiral.

12/11 AMÉRICA  5 X 0   Atlhetic Club - Campo Baleião - BH.
Gols: Aninha, Carol, Jéssica (2), gol contra de Sheila.

Final 

19/11 AD Frigoarnaldo   00  x  01  AMÉRICA  -  campo do Frigoarnaldo - Contagem.
Gol: (Ana Carol).

26/11 AMÉRICA   03 X 01  AD Frigoarnaldo - Estádio Baleião - BH.
Gols: Isadora, Daniela Nogueira, Maria Eduarda.


Seguem abaixo, algumas fotos de hoje, em comemoração do BICAMPEONATO MINEIRO 2017.


























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